A importância da família

22 de junho de 2010

O relato de São João sobre as Bodas de Caná (cap. 2,1-11) mostra claramente como Jesus valoriza a família. Foi o Seu primeiro milagre, abençoando com Sua presença os noivos, que pretendiam iniciar uma nova família. Ele quis iniciar o anúncio do Reino em um casamento, mostrando que a família é importante para Ele.

A família é a base, o esteio, o sustento de uma sociedade mais justa. Ao longo da história da humanidade, assistimos à destruição de nações grandiosas por causa da dissolução dos costumes, a qual foi motivada pela desvalorização da família.

No nosso mundo de hoje, depois que ficou liberado o divórcio indiscriminadamente, a família ficou ameaçada em sua estrutura e é por isso que vemos, através dos meios de comunicação e até na comunidade em que vivemos, cenas terríveis. Filhos drogados matam ou mandam matar os pais, pais matam filhos por motivos fúteis, mães se desfazem de seus bebês, quando não cometem o crime hediondo do aborto quando a criança não tem como se defender. Há problemas seriíssimos. Quando os pais se separam alguma coisa se parte no íntimo dos filhos. Eles não sabem se é melhor ficar com o pai ou com a mãe. No fundo, eles gostariam de ficar com os dois. Em paz e harmonia, é claro.

O amor está sendo retirado do coração dos homens e das mulheres. E, em consequência disso, a família está perdendo a sua unidade e a sua dignidade. Isso acarreta a dissolução dos costumes. A família decai e a sociedade decai. Precisamos compreender e nos lembrar sempre de que Deus nos deu uma família a fim de que, num âmbito menor, nós pudéssemos aprender a amar todos os nossos semelhantes.

O desenvolvimento tecnológico tem seus pontos benéficos. Facilitou a vida das pessoas. Mas facilitou de tal modo que a humanidade ficou mal-acostumada. Só quer o que é fácil. Não se interessa pelo que exige esforço, luta. No entanto, o que conquistamos com esforço tem um sabor muito melhor. Parece que nos esquecemos disso.

Na passagem das Bodas de Caná, Jesus transformou a água em vinho, em bom vinho. Ele poderia ter tirado o vinho do nada, mas Ele quis a participação humana. Por isso, mandou que enchessem as talhas de água. Hoje também o Senhor quer que nós enchamos a “talha de nossa vida”, a nossa existência, de “água” que Ele transformará no melhor “vinho”.Que é que isso quer dizer? Quer dizer que precisamos colocar amor em nossa vida, em nossa família, para que Ele transforme esse amor humano em amor divino, o mesmo amor que une as pessoas da Santíssima Trindade e que é tão grande e tão repleto de felicidade, que extravasa, explode e quer ser espalhado entre nós. E é por meio dele que encontraremos a plenitude da felicidade.

Não é fácil cultivar o amor às vezes, é até difícil. Mas o difícil, quando conquistado tem um valor inestimável. Temos prova disso. Em uma competição esportiva, por exemplo, o vencedor fica mais satisfeito quando enfrenta adversários mais difíceis.Viver em família, viver em união dentro da família não é fácil. Mas fácil não é sinônimo de bom. Talvez seja até o contrário.A família precisa de amor para ser bem estruturada. A sociedade precisa das famílias para realizar a justiça e a paz porque a sociedade é uma família amplificada.Falta o “vinho” para as nossas famílias. Esse “vinho” é o amor. É preciso que cada membro da família se esforce. Que os pais assumam verdadeiramente o seu papel. Apesar de ser bem árdua a tarefa dos genitores no mundo de hoje, não se pode desanimar. É necessária e urgente a ação paterna. O jovem é, por natureza, rebelde, quer ser independente. Desperta para o mundo e seus problemas e questiona tudo. Mas os pais precisam participar de sua vida, de uma maneira ou de outra, porque, mesmo errando algumas vezes, ainda assim, estes [os pais] têm capacidade de orientar e ajudar os filhos. Não podemos deixar tudo por conta dos companheiros, da escola, da sociedade ou de sua própria solidão.

Os pais devem fazer o acompanhamento dos filhos, procurar saber o que está acontecendo com eles, tentar ajudá-los de várias maneiras: com orientações, com atitudes exemplares, com o diálogo, com orações. Sempre. Tanto em casa, como na escola, na vida religiosa e social, nos namoros, entre outros.Muitas vezes, os pais se sentem impotentes. Muitas vezes, achamos que já fizemos tudo e que nada conseguimos. Entretanto, esforçando-nos ao máximo, dando o melhor de nós por uma família mais feliz, estaremos enchendo de “água” a nossa “talha”. E a Santíssima Virgem Maria já estará falando com o Filho: “Eles não têm vinho”. E Jesus virá nos transformar, transformar a nossa “água” em “bom vinho”, transformar a nossa dificuldade em vitória.

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora(MG)


Papa explica qual é a missão dos Núncios e Delegados Apostólicos

15 de junho de 2010

O Papa recebeu alunos e membros da Pontifícia Academia Eclesiástica na tradicional audiência que concede todos os anos a esse organismo do Vaticano. O encontro aconteceu na Sala do Consistório, do Palácio Apostólico Vaticano, na manhã desta segunda-feira, 14.

Bento XVI centrou suas reflexões em torno do conceito de representação, explicando o papel dos Núncios, Delegados Apostólicos e Observadores Permanentes – funções diplomáticas exercidas pelos sacerdotes que são formados na Academia Eclesiástica.

Discurso de Bento XVI à Pontifícia Academia Eclesiástica

Venerados Irmãos no Episcopado,
Queridos Sacerdotes,

vos acolho sempre com alegria pelo nosso tradicional encontro, que me oferece a ocasião de saudar-vos e encorajar-vos e de propor-vos algumas reflexões sobre o sentido do trabalho nas Representações Pontifícias. Saúdo o presidente, Dom Beniamino Stella, que com dedicação e senso eclesial acompanha a vossa formação e o agradeço pelas palavras que me dirigiu em nome de todos vós. Um grato pensamento a seus Colaboradores e às Irmãs Franciscanas Missionárias do Menino Jesus.

Desejo deter-me brevemente sobre o conceito de representação. Não raramente esse é considerado de modo parcial na compreensão contemporânea: tende-se, de fato, a associá-lo a qualquer coisa meramente exterior, formal, pouco pessoal.

O serviço de representação ao qual vós vos estais preparando é, ao contrário, algo de muito mais profundo porque é participação na solicitude omnium ecclesiarum, que caracteriza o Ministério do Romano Pontífice. É, por isso, realidade eminentemente pessoal, destinada a incidir profundamente naquele que é chamado a desenvolver tal missão particular. Exatamente nessa perspectiva eclesial, o exercício da representação implica a exigência de acolher e alimentar, com especial atenção na própria vida sacerdotal, algumas dimensões, que desejo indicar, embora sumariamente, a fim de que sejam motivo de reflexão no vosso caminho formativo.

Antes de tudo, cultivar uma plena adesão interior à pessoa do Papa, ao seu Magistério e ao Ministério universal; adesão plena, isto é, a quem recebeu a missão de confirmar os irmãos na fé (cf. Lc 22, 32) e “é o perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade, seja dos Bispos, seja do conjunto dos fiéis” (Concílio Ecumênico Vaticano II,Constituição Lumen Gentium, 23). Em segundo lugar, assumir, como estilo de vida e como prioridade quotidiana, um atento cuidado – uma verdadeira “paixão” – pela comunhão eclesial. Ainda, representar o Romano Pontífice significa ter a capacidade de ser uma sólida “ponte”, um seguro canal de comunicação entre as Igrejas particulares e a Sé Apostólica: de um lado, colocando à disposição do Papa e de seus colaboradores uma visão objetiva, correta e aprofundada da realidade eclesial e social em que se vive; de outro, comprometendo-se a transmitir as normas, as indicações, as orientações que emanam da Santa Sé, não de maneira burocrática, mas com profundo amor à Igreja e com a ajuda da confiança pessoal pacientemente construída, respeitando e valorizando, ao mesmo tempo, os esforços dos Bispos e o caminho das Igrejas particulares para as quais foi enviado.

Como pode-se intuir, o serviço que vos preparais a desenvolver exige uma dedicação plena e uma disponibilidade generosa a sacrificar, se necessário, intuições pessoais, projetos particulares e outras possibilidades de exercício do ministério sacerdotal. A partir de uma ótica de fé e de resposta concreta ao chamado de Deus – a se nutrir sempre em um intenso relacionamento com o Senhor – isso não degrada a originalidade de cada um, mas, ao contrário, torna-se extremamente gratificante: o esforço de colocar-se em sintonia com a perspectiva universal e com o serviço à unidade da grei de Deus, peculiar do Ministério petrino, é, de fato, capaz de valorizar, de maneira singular, dons e talentos de cada um, segundo aquela lógica que São Paulo bem expressou aos cristãos de Corinto (cf. 1Cor 12, 1-31). Desse modo, o Representante Pontifício – em união aos que com ele colaboram – torna-se verdadeiramente sinal da presença e do amor do Papa. E se isso é um benefício para a vida de todas as Igrejas particulares, o é especialmente naquelas situações particularmente delicadas ou difíceis em que, por diversas razões, a comunidade cristã encontra-se a viver. Trata-se, a bem ver, de um autêntico serviço sacerdotal, caracterizado por uma analogia não remota com a representação de Cristo, típica do sacerdote que, como tal, tem uma intrínseca dimensão sacrifical.

Exatamente daqui deriva o estilo peculiar também do serviço de representação que sois chamados a exercitar diante das Autoridades estatais ou Organizações internacionais. Também nesses âmbitos, de fato, a figura e o modo de presença do Núncio, do Delegado Apostólico, do Observador Permanente, é determinada não somente pelo ambiente em que se trabalha, mas, primeiro e principalmente, por aquele a que se é chamado a representar. Isso coloca o Representante Pontifício em uma posição particular frente aos outros Embaixadores ou Enviados. Ele, de fato, será sempre profundamente identificado, em um sentido sobrenatural, com aquele que representa. O fazer-se porta-voz do Vigário de Cristo poderá ser desafiador, outras vezes extremamente exigente, mas nunca será humilhante ou impessoal.  Torna-se, pelo contrário, uma forma original de realizar a própria vocação sacerdotal.

Queridos Alunos, desejando-vos que a vossa Casa possa ser, como amava dizer o meu predecessor Paulo VI, uma “superior escola de caridade”, vos acompanhe a minha oração, enquanto vos confio à intercessão da Beata Virgem Maria, Mater Ecclesiae, e de Santo Antônio Abade, Patrono da Academia. A todos vós e aos vossos queridos, de bom grado concedo a minha Bênção.


Iniciação à Vida Cristã:Um processo catecumenal

8 de junho de 2010

“O ser humano vive à procura de respostas sobre a vida e,no fundo,sobre si mesmo.Pode até ser iludido por turbilhões que escondem essa busca,fugas que acabam levando a caminhos perigosos ou alienantes.Mas as perguntas continuam lá dentro de homens e mulheres que querem saber quem são,por que estão neste mundo que sentido têm as escolhas que a vida exige de nós”.(Estudo 97 da CNBB,n.5).

Caríssimos irmãos e irmãs,e internautas,antes de começar essa partilha do nosso blog,gostaria de agradecer a equipe do Blog  Católicos Blog que está divulgando o meu Blog Formação Católica,gostaria de partilhar com todos vocês o meu trabalho de evangelização pela internet.E hoje falaremos sobre a Iniciação da Vida Cristã,muitos de nós,sabemos que queremos conhecer o processo da Iniciação Cristã,é claro que é no sentido em relação a Catequese,temos alguns tipos de catequese que aprofundamos: A catequese para as crianças,catequese para adolescentes,catequese para os jovens e principalmente a catequese para Adultos.Muitas vezes queremos dar essa formação permanente da nossa comunidade pessoal,ou seja dentro da Igreja Doméstica.O Papa João Paulo II,na Exortação Apostólica Catechesi Tradendae,João Paulo II traz na sua exortação,que a catequese “é levar alguém,de certa maneira,a perscrutar este Mistério em todas as suas dimensões”.(Catechesi Tradendae,n.5).

O grande sentido que a catequese,transforma a vida do ser humano,um afeto mais profundo na formação permanente desse sentido de começar uma caminhada à vida cristã.O que mais nos chama a atenção é que quando todos nós vivemos essa vida queremos instituir de forma “esta doutrina não é um corpo de verdades,abstratas;ela é a comunicação do Mistério vivo de Deus”.(cf.Catechesi Tradendae,n.7),ou seja,é preciso que o ser humano se habite nesse caminho de início a vida cristã.Muitos de nós queremos transmitir essa grande certeza de que a catequese mostra o quanto que é fundamental a essa formação.O Documento de Aparecida,nos convida a refletir sobre esse sentido da Vida Cristã:

“A vida cristã só se aprofunda e se desenvolve na comunhão fraterna.Jesus nos diz:”Um é o seu Mestre,e todos vocês são irmãos”(Mt 23,8).Diante da despersonalização,Jesus ajuda a contruir identidades integradas”.(DA 110).

E ainda,nós temos essa experiência de poder tratar o argumento dessa fidelidade através desse processo catecumenal:

“À comunidade eclesial é responsável pela catequese e chamada a exercer sua função catequizadora.Para uma catequese metódica,a comunidade precisa de catequistas qualificados.A formação de bons catequistas é hoje das mais importantes e urgentes tarefas das Igrejas locais”.(Estudo 59 da CNBB,60).

O principal argumento é tratar com muita consciência,mesmo que nós queremos trazer essa experiência de uma catequese especializada,na formação de várias pessoas,exatamente nós podemos dizer que “aquele que lança o relâmpago e o faz brilhar,que o chama,e ele,bramindo,obedece”.(cf.Br 3,33).É nesse exato momento que nós que somos ensinados para sermos discípulos e missionários de Jesus Cristo,onde todos nós devemos anunciar o Evangelho a todo o ser humano,conforme nos ensina o Evangelista São Marcos:”Ide pelo mundo inteiro e pregai o Evangelho a toda a criatura”.(Mc 16,15),pois assim caríssimos irmãos e irmãs,nós aprendemos muitas dinãmicas,onde nós queremos passar definitivamente o exemplo de vida para sermos discípulos de Jesus,e ele vai nos dizer ainda na sua mensagem:

“Já não vos chamo servos,porque o servo não sabe o que faz seu senhor.Mas chamei-vos amigos,pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai”.(Jo 15,15).

Portanto queridos irmãos e irmãs,é necessário que todos nós passamos por um processo de formação especializada no caminho da vida cristã,pois é necessário também lembrar que temos um compromisso em relação com Cristo,por isso Jesus nos deu essa ordem:”Amai-vos uns aos outros como eu vos amos.Ninguem tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos”.(Jo 15,12-13).Pois o amor é muito fundamental que Deus nos deu para que sejamos uma geração de uma vida nova,que se prepara para termos um momento de oração com o Senhor.Pois é preciso ensinar que todos nós passamos por momentos de grande estrutura em relação ao sentido da vida cristã.

Mas também precisamos lembrar do Sacramento da Reconciliação,que nos ajuda a perdoar os nossos pecados,quando todos nós pensamos nisso,é necessário que todos tenham essa reconciliação,como por exemplo o perdão da família,dos pais,dos filhos,principalmente áqueles que precisam de conversão.“Quem de vós estiver sem pecado,seja o primeiro a lhe a atirar uma pedra”.(Jo 8,7).O Estudo 96 da CNBB,nos coloca um ponto básico a respeito desse sacramento:

“A pessoa reconciliada capacita-se para estabelecer relações harmônicas e autênticas;tornando-se próxima dos outros,seus relacionamentos se efetivam a partir do reconhecimento da dignidade dos outros,da justiça e da paz”.(Estudo 96 da CNBB).

Então queridos irmãos e irmãs,nós sabemos que perdoar,se é perdoado,pois é dando que se recebe (Oração a São Francisco de Assis).Todos nós queremos levar em conta que o amor é muito fundamental,levamos também a obediência,para aqueles que não se iludirem dominado pelo mal,assim caríssimos irmãos e irmãs,encerro essa formação,pedindo a todos que se fortaleçam na missão de sermos obedientes na História da Salvação,que gera de fato um verdadeiro contexto de uma vida melhor,renovando sempre o nosso Batismo,que todos nós tenhamos a certeza de que todos nós passamos por uma missão acima de tudo,é preciso ser um grande portador da Boa Nova.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja Louvado!

Joseph Charles D´almada Batista

Membro da Fraternidade Pequena Via

Campos,8 de Junho de 2010.


Bento XVI,ensina o que é evangelizar

1 de junho de 2010

Fonte: Canção Nova

Todos os anos, na noite da Festa da Visitação de Maria a Isabel (31 de maio), os Jardins Vaticanos tornam-se cenário da tradicional procissão com a oração do Santo Rosário, que conclui o mês mariano no Vaticano.

O Papa indicou o exemplo de Maria, que vai ao encontro de sua prima Isabel, como modelo de evangelização.

“A caridade de Maria […] atinge o seu ápice no doar o próprio Jesus, no ‘fazê-lo encontrar’. Estamos assim no coração e cume da missão evangelizadora. É o significado mais verdadeiro e o objetivo mais genuíno de todo o caminho missionário: doar aos homens o Evangelho vivente e pessoal, que é o próprio Senhor Jesus”.

Acesse
.: Discurso de Bento XVI na conclusão do mês mariano no Vaticano

Nesse sentido, o Santo Padre disse que Jesus é o único tesouro que os crentes devem oferecer à humanidade.

“É d’Ele que os homens e mulheres de nosso tempo tem profunda nostalgia, também quando parecem ignorá-lo ou refutá-lo. É d’Ele que tem grande necessidade a sociedade em que vivemos, a Europa, o mundo inteiro”.

O Papa destacou que no episódio da Visitação é possível vislumbrar o “exemplo mais límpido e o significado mais verdadeiro do nosso caminho de crentes e do caminho da própria Igreja. A Igreja é, por sua natureza, missionária, é chamada a anunciar o Evangelho sempre e em toda parte, a transmitir a fé a todo o homem e mulher, em toda a cultura”.

Ele também disse que a existência humana e cristã está projetada para fora de si mesmo, está destinada a ir ao encontro dos outros. Nesse caminho, Jesus sempre coloca Maria como companhia de viagem. “Ela nos tranquiliza, porque nos recorda que com nós está sempre o seu Filho Jesus”, ensinou.

O Pontífice também ressaltou que Isabel é símbolo de todas as pessoas necessitadas de auxílio e amor. “E quantos assim estão também hoje em nossas famílias, nas nossas comunidades, nas nossas cidades! E Maria – que se definiu como ‘a serva do Senhor’ (Lc 1, 38) – fez-se serva dos homens. Mais precisamente, serve o Senhor que encontra nos irmãos”, exclamou.

Por fim, o Santo Padre disse que essa responsabilidade é confiada hoje a todo o cristão, convidando a vivê-la com alegria e compromisso, “para que a nossa seja verdadeiramente uma civilização em que reinem a verdade, a justiça, a liberdade e o amor, pilares fundamentais e insubstituíveis de uma verdadeira convivência ordena e pacífica”.


Comissão de Liturgia da CNBB,prepara celebração dos 50 anos do documento sobre Liturgia

26 de maio de 2010

Termina na tarde de hoje, 26, a reunião da Equipe de Reflexão do Setor Pastoral Litúrgica da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB. A equipe está reunida desde segunda-feira, 24, no Centro de Formação Sagrada Família, em São Paulo, para dar andamento aos diversos projetos da Comissão.

“O tema principal de estudo na reunião é a preparação da comemoração dos 50 anos da Sacrosanctum Concílium, em comunhão com o projeto que será assumido pela CNBB, na celebração dos 50 anos do Vaticano II”, explica o assessor da Comissão, padre Carlos Gustavo Haas.

A Equipe prepara também a reunião dos presidentes e secretários executivos das comissões nacionais de liturgia da América Latina. A reunião será em setembro e contará com a presença do cardeal Antonio Cañizares, prefeito para a Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos. “Nesta reunião será refletido sobre a vida litúrgica no Continente”, esclarece padre Gustavo.

Participam da reunião em São Paulo o bispo de Chapecó (SC), dom Manoel João Francisco; os padres  Gregório Lutz, Marcelino Sivinski, Hernaldo Farias, Carlos Gustavo Haas; Irmã Veronice Fernandes; Frei Faustino Paludo; Frei José Ariovaldo da Silva e os liturgistas convidados dom Emanuele Bargellini, monge camaldulense, e Ione Buyst.


48ª AG:Aprovada a Declaração sobre o PNDH-3

13 de maio de 2010

A Assembleia da CNBB, que termina hoje em Brasília, aprovou uma Declaração sobre o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ontem houve a sessão de destaques e de votação global da Declaração. O resultado da votação foi anunciado na manhã de hoje pelo presidente da CNBB. A Declaração recebeu 236 ‘sim’, num total de 248 votos. Isso equivale a 95% dos votantes.

Com apenas duas páginas, a Declaração começa reafirmando que a promoção e a defesa dos Direitos Humanos “fazem parte da mensagem bíblica e constituem parte da missão da Igreja Católica, em sua ação evangelizadora, especialmente, diante de violações que atentam contra a dignidade humana”.

A Declaração recorda, também, que a CNBB sempre atuou na defesa dos Direitos Humanos. “É oportuno lembrar aqui a luta empreendida pelos Bispos do Brasil em favor da redemocratização do País e sua ação efetiva contra o arbítrio e a tortura”, diz o documento.

Em relação ao PNDH-3, os bispos reafirmam o que já foi dito na nota da Presidência da CNBB. “Nas ações programáticas do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos  (PNDH-3), conforme é afirmado na Nota da Presidência da CNBB, de 15 de janeiro de 2010, encontramos “elementos de consenso que podem e devem ser implementados imediatamente”. Entretanto, identificamos também determinadas ações programáticas que não podem ser aceitas. Reafirmamos nossa posição, já muitas vezes manifestada, em defesa da vida e da família, da dignidade da mulher, do direito dos pais à educação religiosa e ética de seus filhos, do respeito aos símbolos religiosos, e contrária à prática e à descriminalização do aborto, ao “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, à adoção de crianças por casais homoafetivos e à profissionalização da prostituição”.

Leia a íntegra do texto.

Veja fotos do evento no Flickr.

Fotos: Pe. Altevir, CSSp


A missão continua…

4 de maio de 2010

“No mais,meus irmãos,alegrai-vos no Senhor.Tornar a escrever-vos as mesmas recomendações,a mim por certo não me é penoso,e a vós vos é conveniente”.(Fl 3,1).

Caríssimos irmãos e irmãs,é com grande satisfação de poder criar esse blog de Formação Católica,que agora temos o objetivo de poder transformar a nossa formação cristã,para o ínicio de uma longa jornada pela vida.“Quando ouviram que lhes falava em língua hebraica,escutaram-no com a maior atenção”.(At 22,2).É importante a gente partilhar e refletir sobre a nossa missão,quando temos a disposição de poder transmitir essa mensagem de formação católica,onde queremos apontar diversos assuntos em relação ao que a Igreja prepara para todos aqueles que se preparam para se aprofundar mais no caminho da santidade,é preciso que todos nós tenhamos uma missão dígna de poder colocar em nossas únicas participações numa formação pastoral que no qual,é necessário que todos participamos da nossa responsabilidade de uma vida melhor para todos aqueles que precisam ouvir a palavra do Senhor.

“Nas corridas de um estádio,todos correm,mas sabeis que um só recebe o prêmio.Correi,pois,de tal maneira que o consigais”.(1 Cor 9,24).

É preciso ganhar e poupar tempo para podermos ganhar o prêmio da vida eterna de Jesus,quando porém precisamos destacar um momento de vida,quando queremos ganhar esse prêmio que Deus tem reservado para nós.É necessário que todos participemos de uma vida eterna elevando as nossas vidas,para um momento de partilha,que de fato possam mostrar o verdadeiro ato do amor que temos em nossa vida.“Por força desta catolicidade,cada parte contribui com os seus dons peculiares para as demais e para toda a Igreja,de modo que o todo e cada parte crescem por comunicação mútua e pelo esforço comum em ordem a alcançar a plenitude na unidade”.(Lumen Gentium,n.13).

É necessário ganhar tempo para que a nossa missão seja de fato uma missão plena nos valores resgatados pela Igreja,por isso,precisamos participar efetivamente na missão da nossa Igreja,por isso queremos apresentar a todos o objetivo desse blog que vai transformar a vida de cada pessoa em nossas vidas.

“A Igreja,pela evangelização,”procura converter ao mesmo tempo a consciência pessoal e coletiva dos homens a atividade em que eles se aplicam,e a vida e o meio concreto que lhes são próprios”.(EN,n.18).A Igreja desafia “atingir e como modificar pela força do Evangelho os critérios de interesse,as linhas de pensamento,as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade,que se apresentam em contrastres com a Palavra de Deus e com o desígnio da salvação”.(EN,n.19).” (Doc.80 da CNBB,p.27).

O nosso interesse da nossa missão é preparar a Igreja para seguir os passos da evangelização e ser desafiada para contribuir com o valor da existência,no qual podemos atrair milhares de pessoas para poderem transformar uma vida pessoal na vida dos cristãos,uma referência desafiadora na Igreja,portanto,sejamos adeptos a esse exemplo de vida para todos.“Eu vim para que todos tenham vida e a tenham a vida permanente”.(cf.Jo 10,10).Com essa afirmação de Jesus,nos traz um grande sentido de uma vida em abundância em nossos caminhos em nossa contribuição de ajudar a Igreja Católica a crescer juntamente na formação humana e pastoral.Por isso “Convém que eu diminua e que Cristo creça”(cf.Jo 3,30).

Pois bem caríssimos irmãos e irmãs,sabemos que a nossa missão é permanente,possamos então mostrar que a eficácia a evangelização possamos trazer a partir desse contexto,a permanente formação da nossa comunidade.É essa a geração que devemos cumprir para que todos nós possamos revelar a vida de Jesus para aqueles que o conhece como o “Caminho,a Verdade e a Vida”.(cf.Jo 14,6).Assim termino esse artigo,para mostrar a todos que,o exemplo de vida na Igreja Católica possa valorizar uma vida constante numa missão que devemos constituir a missão de evangelizar o próximo.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Deus abençôe!

Joseph Charles D´almada Batista

Membro da Pastoral da Acolhida e da Fraternidade Pequena Via,Paróquia do Sagrado Coração de Jesus,Campos,RJ